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Posts com Tag ‘telhanorte’

Postado por Biancolina

Tem coisas que a gente so aprende fazendo. Fazendo e errando. E como essa foi nossa primeira reforma, já sabíamos que muitas coisas dariam errado e que muitas decisões seriam motivo de arrependimento mais tarde. Nada que faça com que a gente queira quebrar tudo de novo. Mas servem como aprendizado para próximas (será?) reformas. E o mais importante: servem de dica para quem ainda está começando. Então vamos lá: coisas que eu não faria de uma próxima vez!

. . .

1) Chão branco no banheiro

Só fica bom nas revistas, acreditem. Qualquer cabelinho escuro que cai aparece, qualquer pingo d´água vira lama rapidinho, qualquer manchinha deixa tudo com aspecto sujo. Chão branco nunca mais! Aliás, os fabricantes de pisos deveriam ser proibidos de fabricá-los!

Você pode optar por um piso claro com algumas pequenas manchas. Já disfarça um bocado. Colocamos um desses na nossa área de serviço e fica menos pior que o banheiro.

Acreditem, o rejunte desse íso era branco! Ficou assim em menos de um mês de uso!
Já o piso da área de serviço, que não é totalmente branco, disfarça melhor a sujeira.. . .
2) Tanque pequeno
“Imagina! A gente quase não vai usar o tanque! Podemos optar pelo pequeno mesmo!” Esse foi o meu discurso, quando decidimos que tanque colocar na área. Ocuparia menos espaço, o que é sempre bom, mas o que eu não esperava é que ele me dificultasse tanto a vida. Pode parecer exagero, mas se você escolher colocar um tanque é pequeno na sua casa, pode se preparar para viver enxugando o chão. Sem falar nos baldes que mal cabem dentro dele. Algumas bacias, então…
Aliás, ainda pensamos seriamente em trocá-lo por um tanque maior. Ele é muito mais usado do que eu imaginava e faz falta uma cuba com mais espaço… Se você puder optar, escolhe, no mínimo, um tanque de tamanho médio.
Esse é o nosso tanquinho.
Reparem como o balde mal cabe dentro dele e a bacia fica de fora. Água espalhada no chão, na certa!. . .
3) Altura dos canos
Esse erro foi falta de experiência mesmo. Confiamos no pedreiro, que calculou mal a altura da saída dos canos. Resultado, todas elas ficaram baixas demais e por consequência, aparentes, pois optamos por não usar armários debaixo das pias. Sem falar nos gastos extras. Os rabichos que compramos eram curtos demais e tivemos que comprar prolongadores para os sifões. Pode? Da próxima vez, pode não!
Aqui precisamos emendar um rabicho no outro, para dar na altura.
Já no banheiro, compramos rabichos mais compridos. Calculamos mal também o centro da pia, por conta disso tivemos que comprar um sifão articulado da Deca. Reparem como o cano sai da parede e faz uma curva para a esquerda.
Aqui a altura do registro da ducha ficou baixa demais. Resultado: ou a mangueira arrasta no chão ou precisa ficar enrolada como vocês veem na foto.. . .
4) Posição da alavanca do basculante

Sabe quando depois de pronta a coisa você se pergunta: “Putz! Como não pensei nisso?”. Pois é, isso aconteceu quando vimos o basculante da cozinha devidamente instalado ao lado do fogão. A alavanca de abrir e fechar a janela ficou colada na parede. Erro de projeto do fornecedor, mas como tivemos zilhões de problemas com essas janelas, esse aí saiu no xixi. O problema fica por conta do acesso à essa alavanca. Com o fogão na frente, ela fica meio distante, meio chato de alcançar. Sem falar que arranha toda a parede, pois ela fica muito grudada no canto. Como você podem ver nas fotos abaixo, tiramos a alavanca, pra trocá-la de lado, mas até hoje não o fizemos. E como nos indispusemos com o fornecedor, nem penso em pedir para que eles venham consertar esse erro. Vou ter que arrumar uma boa furadeira e resolver isso, dia desses.

 

Vejam como a janela fica bem grudada na parede.
Se olharem com atenção, verão os furinhos na lateral da janela, onde devem entrar os parafusos da alavanca. Tiramos ela dali, porque estava riscando a parede.
Essa é a janela do banheiro, que acabou ficando com a alavanca junto à parede mesmo. Vejam como ela risca o azulejo.

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Para você que precisa de um profissional de pintura.

Pinturas,efeitos decorativos,texturas em geral a dica da semana é :

Alexandre Dias esse é o nome de um dos profissionais mais qualificados de São Paulo, a mais de 10 anos no ramo entende muito de pintura e suas derivações em geral.

contatos : 6362-6443 / 9496-6239

email: alexandre_.dias@ig.com.br 

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Quem não está ligado ao universo da construção acaba se confundindo com algumas palavras e expressões.
Quando uma pessoa leiga vai até uma loja comprar os acabamentos da casa,e o vendedor usa a expressão:
Esse piso é retificado!……
por exemplo,pode passar a impressão que este piso tem uma qualidade melhor que outro.
O fato é que para o consumidor não ser enganado ele precisa estar bem informado.
Para explicar o que é piso (revestimento,azulejo) retificado precisamos entender que retificado não é classificação de qualidade e sim um modelo de borda.

O piso(revestimento,azulejo) tem quatro bordas ou lados.
A borda é classificada como;
1-Plana(arredondada)
2-Bisotê
3-Retificada 

Isso não quer dizer que um piso borda plana é inferior ao retificado pois o mesmo piso pode ser vendido no formato plano e retificado.
Alias todo piso sai do forno com borda plana(arredondada).
Ele se torna retificado após passar por maquinas que o deixam com a chamada ¨quina viva¨.

O que pode ser bem relevante na hora da compra é a diferença de preço.
O produto retificado(quina viva) é mais caro justamente por ter processo a mais na fabricação.
Outro fator relevante é o tipo de junta de dilatação entre os pisos.
Ao passo que no produto retificado a junta pode ser desde junta seca ate no máximo 2mm,a borda plana por ser menos precisa em tamanho é recomendado juntas de dilatação de 3-8mm.
O bisotê é a borda que assim como no vidro não é nem retificada,nem arredondada,mas sim chanfrada.
Pode ser assentado com junta de 2-3mm.

Deixando bem claro retificado é o piso com a quina bem viva.

 
Piso retificado
Piso borda plana(arredondado)
 

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Chegou a hora de rejuntar os pisos e revestimentos da sua obra!
Como escolher a cor adequada para cada tipo de piso e revestimento?
A primeira coisa a ser levada em conta é a INTENSÃO.
Como assim?
Se o piso ou revestimento é branco e o proprietario rejunta de preto,qual é a intensão que o morador que passar para quem vai a sua casa?
Com certeza a intensão é chamar a atenção as peças de maneira individual,pois o rejunte contrastante ao piso cria um quadro branco.
Mas se intensão é chamar a atenção para o ambiente como um todo,então o proprietario vai procurar um rejunte que combine com o tom do piso ou revestimento.
Neste caso,como escolher a cor certa para o piso ou revestimento já colocado.
¨Há já sei,na loja de materiais p/ construção tem aquela cartela de cores.¨
Já pediu lanche no Mc?Na foto é lindo e enorme,mas e quando ele chega a sua mesa como é?
No rejunte é a mesma coisa.
A cartela de cores vem da fabrica,PRONTA.As cores estão vivas,vivas até demais.
A probabilidade de seu rejunte ficar igual ao da cartela é o mesmo do lanche parecer com o da foto no Mc.
Então como escolher o rejunte?
1°-Pegue  2 pedaços pequenos de cada piso ou revestimento.
2°-Esqueça a cartela.
Em geral o rejunte vem em pó.Depois de adicionar agua e virar uma pasta,ele muda de cor.
Mas após secar ele ficará como o pó do saquinho.
Então peça para o vendedor ,por gentileza,colocar um pouco do pó entre os 2 pedaços que você levou.
Se achar que acertou,é só comprar a quantidade que precisar. Fonte:http://oazulejista.blogspot.com/2010/07/como-escolher-cor-do-rejunte.html#ixzz1ZsEqB559

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Tintas

O rendimento varia de marca para marca, do tipo utilizado (PVA, acrílica, elástica, etc…) e da quantidade de demãos que serão necessárias para a cobertura perfeita da superfície. O melhor a fazer é consultar as instruções do fabricante contidas no produto e calcular a área a ser pintada (altura x largura) descontando-se os vãos, como portas e janelas. Alguns fabricantes informam uma fórmula básica para descobrir quantos galões de tinta serão necessários. Adote a equação abaixo para tintas, fundos e massas, sem esquecer que o consumo por metro quadrado pode variar em função da porosidade da superfície e da técnica a ser empregada.

Consumo de galões = metragem quadrada X número de demãos rendimento por galão informado pelo fabricante

Para evitar desperdícios, o engenheiro Saback Filho aconselha deixar a pintura para a última etapa. “A pintura é o último passo de uma obra ou reforma, portanto deve ser iniciada apenas quando não há mais nenhum serviço a ser executado”, diz. Isso evita a perda com retoques ou outras demãos se houver necessidade de fazer a mudança, por exemplo, de um ponto elétrico.
O professor Faggin tem uma dica para quem for usar cores preparadas em misturadores: é preciso aplicar no cálculo a margem de 10% a mais para não correr o risco de o produto acabar antes do fim da pintura, pois será difícil obter novamente a mesma tonalidade. Esse problema não ocorre com as cores prontas.

fonte:http://www.construcaoereforma.com/dicas.php?id=1

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Tijolo baiano ou de barro maciço

O cálculo depende do tamanho do tijolo e da largura da parede. O melhor é seguir a instrução do fabricante ou fornecedor e aplicá-la sobre a área, lembrando-se do índice de 10% a mais como prevenção. Saback Filho, da Archiplanta, dá uma dica: “Devemos levar em conta toda a área da parede, ou seja, não dar desconto em portas, janelas e outros vãos.”
No caso de uma parede de tijolos maciços que ficam à vista, um ponto importante são os cantos externos. “Alguns fabricantes já fornecem os tijolos cortados para serem colocados nesses cantos, diminuindo assim as perdas”, explica o engenheiro.

Bloco de concreto

Tem tamanho variado, portanto ‚ melhor seguir a indicação do fabricante ou fornecedor. O arquiteto Faggin, professor da USP, aconselha aplicar a margem de 10% de sobra.

Cimento

Como tem “vida curta” – começa logo a empedrar –, o principal fator a ser considerado no cálculo da quantidade é o tempo. “Não se deve comprar cimento para muitos dias”, explica Nelson Ferraz, coordenador da Divisão Técnica de Gerenciamento de Empreendimentos do Instituto de Engenharia. Segundo ele, é melhor comprar o suficiente para usar em 15 dias, já que nem sempre as condições de armazenamento na obra são as ideais.

fonte:http://www.construcaoereforma.com/dicas.php?id=1

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Telhas de barro

Como têm grande variação de tamanho, até de uma região para outra, o cálculo fica mais difícil. O professor Carlos Augusto Faggin, da FAU-USP, dá uma dica bastante prática: monte no chão 1m² com as telhas e veja quantas foram necessárias. Aplique a “folga” de 10% a mais, depois de calcular o total necessário para a área do telhado. Mas é preciso não se esquecer da inclinação do telhado: quanto maior a inclinação, maior será o número de telhas gastas.
O engenheiro Jorge Saback Filho, gerente de Obras de Residências da Archiplanta, faz um alerta: o grande problema das telhas de barro é sua qualidade. Peças ruins terão perda maior e a margem de 10% pode não ser suficiente.

fonte:http://www.construcaoereforma.com/dicas.php?id=1

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Azulejos

Calcule a área real, isto é, desconte portas e janelas. A Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica (Anfacer) recomenda uma margem de 10% a mais no cálculo. Mas lembre-se de levar em consideração se as peças são lisas ou estampadas – estas têm perda maior, pois será preciso encaixar os desenhos.
Os azulejos são usados em áreas que geralmente requerem manutenção, principalmente por causa das instalações hidráulicas. É bom já calcular uma pequena sobra para estoque de pelo menos uma caixa, para reparos futuros, pois encontrar a mesma tonalidade de cores é quase impossível, mesmo para as peças mais simples, e as cerâmicas saem facilmente de linha.

Pisos

Deve-se levar em conta o tamanho das placas e da área. “Quanto maior a dimensão da placa, maior é a perda”, explica o professor Faggin, da FAU. Para peças de até 15 cm, ele recomenda uma margem de segurança de 5%; e para de 30 cm ou mais, de 10%. Em contrapartida, áreas maiores terão perda menor, pois haverá menos recortes. Como no caso dos azulejos, é melhor ampliar a margem de folga se as peças forem estampadas.
Pisos postos em diagonal também têm mais recortes e, portanto, maior consumo, lembra Saback Filho, da Archiplanta. Para áreas com até 10m², o engenheiro aconselha 20% a mais para colocação reta e 35% para em diagonal. Áreas superiores devem ter margem de 10% e 20%, respectivamente. É aconselhável ter um estoque, para manutenção futura, de pelo menos uma caixa. O rodapé, se feito do corte do piso, deve ser calculado separadamente. Saiba que uma placa fará duas unidades de rodapé, pois o “miolo” vai apresentar “rebarbas” indesejáveis.

fonte:http://www.construcaoereforma.com/dicas.php?id=1

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Esta é uma dúvida freqüente entre os meus clientes, mas quando eu comento sobre as vantagens e desvantagens, eles acabam por concordar que “paredes de banheiros têm que ser revestidas” é apenas um “pré-conceito”, um pensamento antigo..

Não é necessário revestir todo o banheiro, o importante mesmo é usar revestimento apenas na parte molhada (Box e banheiras). Nas demais áreas, eu recomendo um rodapé alto, do mesmo material do piso. Isto já será suficiente para proteger as paredes que podem ser pintadas com tinta epóxi ou acrílica lavável, de qualquer cor.

Uma grande vantagem do uso parcial de revestimento é a manutenção.

Em caso de problemas hidráulicos, fica bem mais simples abrir a parede e posteriormente pintá-la do que ter que se preocupar em encontrar o revestimento para recompor o revestimento.

Alem disso, uma vez por ano você pode, sem muito transtorno, repintar o banheiro, mudar a cor e renovar o visual.

Acho que sem todo aquele revestimento, os banheiros ficam, alem de mais baratos,  mais bonitos, clean e modernos.

fonte:http://www.casosdecasa.com.br/index.php/categorias/reforma-e-construcao/

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Bom alem de mostrar como aplicar pastilha de vidro,essa postagem tem outra finalidade.
Na hora de comprar a pastilha o cliente só vê a pastilha já colocada,não vê como ela vem na caixa.
A questão é que existe dois tipos de pastilhas de vidro a  telada,e a empapelada,e portanto dois tipos de assentamento.
Vamos explicar:


Telada:em geral são pastilhas de vidro de 2cmx2cm em placas de 30cmx30cm aproximadamente.
Nesse modelo as pastilhas são agrupadas com espaçamento entre elas e coladas no verso com uma tela de Nylon.
Dessa forma a aplicação é feita aplicando argamassa propria para pastilha de vidro na parede,com desempenadeira dentada.Após coloca-se a placa sobre os cordos de argamassa e preciona-se a placa com outra desempenadeira lisa para a argamassa aderir de forma regular a aplaca.
Nesse modelo de placa já da para ver o resultado imediato pois a pastilha só recebera rejunte na finalização.
 

 
Tambem se alguma pastilha dentro da placa foi colada de forma errada na fabrica,já se faz a correção imediatamente. É a melhor opção para o cliente,a que da um melhor acabamento.É a que eu indico para a compra.



Empapelada:em geral são pastilhas de vidro de 2cmx2cm em placas de 30cmx30cm aproximadamente.
Nesse modelo as pastilhas são agrupadas com espaçamento entre elas e coladas no na frente com uma camada de papel e cola a base de agua.
Dessa forma a aplicação é feita aplicando argamassa propria para pastilha de vidro na parede,com desempenadeira dentada.Após coloca-se a placa sobre os cordos de argamassa e preciona-se a placa com outra desempenadeira lisa para a argamassa aderir de forma regular a aplaca.
Mas como oque o profissional vê é uma camada de papel,não da para resolver problemas de fabrica na hora ,pois a remoção do papel é feito com agua após a secagem da argamassa.
Assim se dentro da placa na fabrica foi feito uma colagem torta o profiisional não tem muito oque fazer para resolver.
O resultado final pode não ser o esperado pelo cliente e muitas vezes a culpa recai sobre o assentador¨oque é uma injustiça¨ ,mas por desconhecimento do proprietario da forma de colocação.
 

fonte: http://oazulejista.blogspot.com/2010/06/como-aplicar-pastilha-de-vidro.html#ixzz1ZDUWTGTJ

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